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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Desafio do mês de Outubro de 2010
1.º Desafio Outubro de 2010
A autora do mês trabalhou muitos anos como professora. Deu aulas em várias localidades, mas apenas 2 delas se escrevem com mais de 6 letras. Uma dessas 2 localidades é bem mais próxima de Alcains do que a outra. Se consultares informação sobre essa localidade na enciclopédia Lello Universal, ficarás a saber qual o rei que deu a essa terra a categoria de cidade. Aí descobrirás também que 2 das 3 igrejas dessa cidade têm o nome de uma das ilhas de um arquipélago português. A outra tem o mesmo nome de um arquipélago africano cujo nome contém uma palavra que está no título da obra que a autora do mês editou em 1960.
1. Quais são as duas localidades que se escrevem com mais de 6 letras?
2. Qual dessas localidades é mais próxima de Alcains?
3. Que rei deu à localidade a categoria de cidade?
4. De que arquipélago português se trata?
5. De que arquipélago africano se trata?
domingo, 10 de outubro de 2010
Autor do mês - Outubro de 2010
Matilde Rosa Araújo
Biografia
Matilde Rosa Lopes de Araújo nasceu a 20 de Junho de 1921 em Lisboa. Foi
aluna de Jacinto do Prado Coelho e Vitorino Nemésio e colega de escritores
como Sebastião da Gama, Luísa Dacosta, David Mourão-Ferreira e Urbano
Tavares Rodrigues na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde
se licenciou em 1945.
Foi professora do Magistério Primário em Lisboa, bem como do Ensino
Técnico Profissional em diversas cidades do país: Lisboa, Barreiro,
Portalegre, Elvas e Porto. Era uma atenta leitora da imprensa, foi
colaboradora de jornais como A Capital, O Comércio do Porto, Diário de Lisboa, Diário de
Notícias e Jornal do Fundão e também de algumas revistas.
Desde cedo preocupada com os direitos das crianças, tornou-se sócia fundadora do Comité
Português da UNICEF e do Instituto de Apoio à Criança. Escreveu inúmeras vezes sobre a
infância na educação e na criação literária para adultos e também sobre a utilidade da literatura
infanto-juvenil na formação dos mais novos.
Foi sobretudo como escritora que Matilde Rosa Araújo se tornou conhecida, porque desenvolveu
uma intensa actividade literária para o público adulto e infanto-juvenil, obtendo nesta área
diversos prémios e edições no estrangeiro.
A sua estreia na literatura teve lugar em 1943 com "A Garrana", uma história sobre a eutanásia
com a qual venceu um concurso literário, a que se seguiram vários contos para o público adulto.
Na literatura para crianças, o primeiro título publicado foi O livro da Tila (1957), escrito nas
viagens de comboio entre Lisboa e Portalegre, onde dava aulas.
Foi membro da Sociedade Portuguesa de Escritores e recebeu em 1980 o Grande Prémio de
Literatura para Crianças da Fundação Calouste Gulbenkian, ao qual se seguiram muitos outros,
em Portugal e no estrangeiro, sobretudo no Brasil.
Em 1994, Matilde Rosa Araújo foi nomeada para a edição de 1994 do Prémio Andersen,
considerado o Nobel da Literatura para a Infância. Faleceu a 6 de Julho de 2010, aos 89 anos.
aluna de Jacinto do Prado Coelho e Vitorino Nemésio e colega de escritores
como Sebastião da Gama, Luísa Dacosta, David Mourão-Ferreira e Urbano
Tavares Rodrigues na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde
se licenciou em 1945.
Foi professora do Magistério Primário em Lisboa, bem como do Ensino
Técnico Profissional em diversas cidades do país: Lisboa, Barreiro,
Portalegre, Elvas e Porto. Era uma atenta leitora da imprensa, foi
colaboradora de jornais como A Capital, O Comércio do Porto, Diário de Lisboa, Diário de
Notícias e Jornal do Fundão e também de algumas revistas.
Desde cedo preocupada com os direitos das crianças, tornou-se sócia fundadora do Comité
Português da UNICEF e do Instituto de Apoio à Criança. Escreveu inúmeras vezes sobre a
infância na educação e na criação literária para adultos e também sobre a utilidade da literatura
infanto-juvenil na formação dos mais novos.
Foi sobretudo como escritora que Matilde Rosa Araújo se tornou conhecida, porque desenvolveu
uma intensa actividade literária para o público adulto e infanto-juvenil, obtendo nesta área
diversos prémios e edições no estrangeiro.
A sua estreia na literatura teve lugar em 1943 com "A Garrana", uma história sobre a eutanásia
com a qual venceu um concurso literário, a que se seguiram vários contos para o público adulto.
Na literatura para crianças, o primeiro título publicado foi O livro da Tila (1957), escrito nas
viagens de comboio entre Lisboa e Portalegre, onde dava aulas.
Foi membro da Sociedade Portuguesa de Escritores e recebeu em 1980 o Grande Prémio de
Literatura para Crianças da Fundação Calouste Gulbenkian, ao qual se seguiram muitos outros,
em Portugal e no estrangeiro, sobretudo no Brasil.
Em 1994, Matilde Rosa Araújo foi nomeada para a edição de 1994 do Prémio Andersen,
considerado o Nobel da Literatura para a Infância. Faleceu a 6 de Julho de 2010, aos 89 anos.
Bibliografia essencial
Estes são alguns dos títulos que compõem a lista das obras escritas por Matilde Rosa Araújo: O
livro da Tila (1957); O palhaço verde (1960); História de um rapaz (1963); O cantar da Tila
(poemas, 1967); O sol e o menino dos pés frios (1972); O reino das sete pontas (1974); Balada
das vinte meninas (1977); As botas do meu pai (1977); Camões: poeta, mancebo e pobre (1978);
A velha do bosque (1983); O passarinho de Maio (1990); Fadas verdes (1994); O chão e a
estrela (1997); O gato dourado (1999); Lucilina e Antenor (2008).
livro da Tila (1957); O palhaço verde (1960); História de um rapaz (1963); O cantar da Tila
(poemas, 1967); O sol e o menino dos pés frios (1972); O reino das sete pontas (1974); Balada
das vinte meninas (1977); As botas do meu pai (1977); Camões: poeta, mancebo e pobre (1978);
A velha do bosque (1983); O passarinho de Maio (1990); Fadas verdes (1994); O chão e a
estrela (1997); O gato dourado (1999); Lucilina e Antenor (2008).
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Prémio Nobel da Literatura 2010 - Mário Vargas Losa
Mário Vargas Llosa já
tinha confessado que o merecia e este ano a Real Academia Sueca reconheceu a
legitimidade dessa esperança. O Prémio Nobel da Literatura 2010 vai então para
o escritor peruano que já nos proporcionou a leitura de obras monumentais
como A casa verde, A tia Júlia e o escrevedor (fortemente
autobiográfico), Pantaleão e as
visitadoras, Conversa na
catedral (em quatro grandes volumes) e, acima de todos (mas isto é
uma opinião puramente pessoal), Os
cadernos de Dom Rigoberto. A vida e a obra de Mário Vargas Llosa
são uma expressão da luta pela afirmação da força e da liberdade dos indivíduos
contra o poder de todas as formas de tirania. Esta posição explica o seu
envolvimento, desde cedo, com a actividade jornalística e o seu comprometimento
político, tendo chegado a ser candidato a presidente do seu país, numa eleição
que perdeu para Alberto Fujimori. Enquanto se aguarda a publicação, em breve,
da sua última obra, O sonho do celta.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Largar tudo para ler II
Agrupamento de Escolas José Sanches
Biblioteca Escolar
Mês Internacional da Biblioteca Escolar
No próximo dia 12 de Outubro, pelas
11h15, onde quer que esteja, assim que
ouvir o sinal, largue tudo e leia. Nós
oferecemos o texto, só precisamos da sua
colaboração e da sua disponibilidade.
Boa leitura!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Prémio Fernando Namora
Há mais de 10 anos, desde Educação para a tristeza, que a escritora Luísa Costa Gomes não publicava um romance. Fê-lo no final do ano passado, em Novembro. O romance, intitulado Ilusão (ou o que quiserem), foi agora agraciado com o prémio Fernando Namora, tendo sido escolhido de entre mais de 50 obras a concurso. O título foi buscar inspiração a As you like it de William Shakespeare, mas trata-se de uma história portuguesa. O júri, a que pertencem investigadores, escritores e críticos de relevo, como Maria Alzira Seixo, Vasco Graça Moura e Manuel Frias Martins, destacou a obra pelo carácter inovador da narrativa e pela agilidade do estilo, características, aliás, a que a autora de Setembro e outros contos (adquirido pela BE no ano passado) e também directora da quase mítica (e infelizmente extinta) revista Ficções sempre nos habituou. Parabéns à autora por mais esta obra, que, mais cedo ou mais tarde, contamos ter na nossa biblioteca...
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
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