quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Actividades da Biblioteca Escolar - Outubro de 2010

De forma a contextualizar parte do trabalho desenvolvido pela Biblioteca Escolar, aqui fica
o cronograma das actividades para o mês de Outubro de 2010.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Largar tudo para ler II - 3º feira, 12 de Outubro às 11h15m

Largar tudo para ler !


Agrupamento de Escolas José Sanches

Biblioteca Escolar
Mês Internacional da Biblioteca Escolar

No próximo dia 12 de Outubro, pelas
11h15, onde quer que esteja, assim que
ouvir o sinal, largue tudo e leia. Nós
oferecemos o texto, só precisamos da sua
colaboração e da sua disponibilidade.
Boa leitura!

Desafio do mês de Outubro de 2010


 1.º Desafio Outubro de 2010 

A autora do mês trabalhou muitos anos como professora. Deu aulas em várias localidades, mas apenas 2 delas se escrevem com mais de 6 letras. Uma dessas 2 localidades é bem mais próxima de Alcains do que a outra. Se consultares informação sobre essa localidade na enciclopédia Lello Universal, ficarás a saber qual o rei que deu a essa terra a categoria de cidade. Aí descobrirás também que 2 das 3 igrejas dessa cidade têm o nome de uma das ilhas de um arquipélago português. A outra tem o mesmo nome de um arquipélago africano cujo nome contém uma palavra que está no título da obra que a autora do mês editou em 1960.

1. Quais são as duas localidades que se escrevem com mais de 6 letras?
2. Qual dessas localidades é mais próxima de Alcains?
3. Que rei deu à localidade a categoria de cidade?
4. De que arquipélago português se trata?
5. De que arquipélago africano se trata?

domingo, 10 de outubro de 2010

Autor do mês - Outubro de 2010

Matilde Rosa Araújo
Biografia
Matilde Rosa Lopes de Araújo nasceu a 20 de Junho de 1921 em Lisboa. Foi
aluna de Jacinto do Prado Coelho e Vitorino Nemésio e colega de escritores
como Sebastião da Gama, Luísa Dacosta, David Mourão-Ferreira e Urbano
Tavares Rodrigues na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde
se licenciou em 1945.
Foi professora do Magistério Primário em Lisboa, bem como do Ensino
Técnico Profissional em diversas cidades do país: Lisboa, Barreiro,
Portalegre, Elvas e Porto. Era uma atenta leitora da imprensa, foi
colaboradora de jornais como A Capital, O Comércio do Porto, Diário de Lisboa, Diário de
Notícias e Jornal do Fundão e também de algumas revistas.
Desde cedo preocupada com os direitos das crianças, tornou-se sócia fundadora do Comité
Português da UNICEF e do Instituto de Apoio à Criança. Escreveu inúmeras vezes sobre a
infância na educação e na criação literária para adultos e também sobre a utilidade da literatura
infanto-juvenil na formação dos mais novos.
Foi sobretudo como escritora que Matilde Rosa Araújo se tornou conhecida, porque desenvolveu
uma intensa actividade literária para o público adulto e infanto-juvenil, obtendo nesta área
diversos prémios e edições no estrangeiro.
A sua estreia na literatura teve lugar em 1943 com "A Garrana", uma história sobre a eutanásia
com a qual venceu um concurso literário, a que se seguiram vários contos para o público adulto.
Na literatura para crianças, o primeiro título publicado foi O livro da Tila (1957), escrito nas
viagens de comboio entre Lisboa e Portalegre, onde dava aulas.
Foi membro da Sociedade Portuguesa de Escritores e recebeu em 1980 o Grande Prémio de
Literatura para Crianças da Fundação Calouste Gulbenkian, ao qual se seguiram muitos outros,
em Portugal e no estrangeiro, sobretudo no Brasil.
Em 1994, Matilde Rosa Araújo foi nomeada para a edição de 1994 do Prémio Andersen,
considerado o Nobel da Literatura para a Infância. Faleceu a 6 de Julho de 2010, aos 89 anos.

Bibliografia essencial
Estes são alguns dos títulos que compõem a lista das obras escritas por Matilde Rosa Araújo: O
livro da Tila (1957); O palhaço verde (1960); História de um rapaz (1963); O cantar da Tila
(poemas, 1967); O sol e o menino dos pés frios (1972); O reino das sete pontas (1974); Balada
das vinte meninas (1977); As botas do meu pai (1977); Camões: poeta, mancebo e pobre (1978);
A velha do bosque (1983); O passarinho de Maio (1990); Fadas verdes (1994); O chão e a
estrela (1997); O gato dourado (1999); Lucilina e Antenor (2008).


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Prémio Nobel da Literatura 2010 - Mário Vargas Losa


Mário Vargas Llosa já tinha confessado que o merecia e este ano a Real Academia Sueca reconheceu a legitimidade dessa esperança. O Prémio Nobel da Literatura 2010 vai então para o escritor peruano que já nos proporcionou a leitura de obras monumentais como A casa verde, A tia Júlia e o escrevedor (fortemente autobiográfico), Pantaleão e as visitadoras, Conversa na catedral (em quatro grandes volumes) e, acima de todos (mas isto é uma opinião puramente pessoal), Os cadernos de Dom Rigoberto. A vida e a obra de Mário Vargas Llosa são uma expressão da luta pela afirmação da força e da liberdade dos indivíduos contra o poder de todas as formas de tirania. Esta posição explica o seu envolvimento, desde cedo, com a actividade jornalística e o seu comprometimento político, tendo chegado a ser candidato a presidente do seu país, numa eleição que perdeu para Alberto Fujimori. Enquanto se aguarda a publicação, em breve, da sua última obra, O sonho do celta.

Oferta de um livro aos alunos do 1º e 5º ano de escolaridade