No ano de 1982, o autor deste mês esteve a trabalhar em
teatro numa importante cidade europeia. Um dos mais
importantes monumentos dessa cidade é uma “porta” que
tem em cima uma escultura de que fazem parte quatro
animais. Trata-se de um animal usado em vários desportos.
Um desses desportos é disputado em jogos que se dividem
em várias partes chamadas chukkas. O taco usado pelos
jogadores nesse desporto é feito de uma matéria-prima
natural que é a principal fonte de alimento de um mamífero
que, em estado selvagem, vive apenas na China.
1. A que monumento se refere o texto?
2. Que animal está representado nesse monumento?
3. Que desporto é composto por partes denominadas chukkas?
4. De que material é feito o taco usado nesse desporto?
5. A que mamífero se refere a parte final do texto?
Prof. Rui Mateus
Um Blog como local de interacção, pesquisa e saber para todos os que gostam de livros e dos seus mundos...
quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Concurso Traduzir 2011
Numa iniciativa da Faculdade de Ciências
Sociais e Humanas, vai ter lugar o Prémio
“Traduzir 2011”, aberto a alunos dos 11.º e 12.º
anos. Os alunos interessados em participar
deverão dirigir-se à Biblioteca Escolar para
obterem informações concretas sobre a
actividade e se inscreverem. As inscrições estão
abertas até ao próximo dia 4 de Março e a
prova de tradução realizar-se-á no dia 1 de
Abril. Os prémios são aliciantes e incluem
cursos de línguas da International House e da
Oxford School, para além de bolsas de
formação em língua estrangeira.
As línguas em concurso são o Alemão, o
Espanhol, o Francês e o Inglês.
Participa!
Prof. Rui Mateus
terça-feira, 1 de março de 2011
Autor do mês - Março de 2011 (Manuel António Pina)
Manuel António Pina é poeta, autor de livros infantis e tradutor.
Estudou Direito na Universidade de Coimbra. Entre 1971 e 2001
trabalhou no Jornal de Notícias (Porto) como jornalista, editor e
chefe de redacção. Colaborou ainda noutros órgãos de comunicação,
entre imprensa escrita, rádio e televisão (República, Diário de
Lisboa, O Jornal, Expresso, Jornal de Letras, Marie Claire, Visão,
Rádio Porto, RTP, Península, etc.). Foi também professor da Escola
Superior de Jornalismo do Porto e membro do Conselho de Imprensa.
A obra de Manuel António Pina consegue uma forte unidade, usando, tanto na poesia como na
literatura para a infância «um discurso de invulgar criatividade e de constante desafio à
inteligência do leitor», qualquer que seja a sua idade.
Como poeta, a sua obra revela um cariz simultaneamente sentido e reflexivo, de tom irónico e
pendor filosófico. A sua obra para crianças tem um lugar à parte no panorama nacional, visto
que, á maneira de Lewis Carroll, usa jogos de palavras e brincadeiras surpreendentes com a
linguagem. Grande parte da sua obra para a infância está representada em manuais escolares e
publicada em antologias em Portugal e Espanha. Tem ainda uma relação estreita com o teatro,
tendo sido, em 1982, bolseiro do Centro Internacional de Teatro de Berlim. Já foram feitas mais
de duas dezenas de produções teatrais baseadas em textos seus, por várias companhias teatrais
do país, tal como vários programas de ficção e entretenimento para a televisão, entre os quais
uma série infantil de doze episódios («Histórias com Pés e Cabeça», 1979/80). Também ao
cinema a sua obra foi adaptada.
Integrou as representações oficiais da literatura portuguesa na Feira do Livro de Frankfurt
(1997), no Salão do Livro de Paris (2000) e no Salão do Livro de Genève (2001). Em 1997 foi
poeta residente convidado da cidade de Villeneuve-sur-Lot (França) e, em 2001, foi agraciado
com a Medalha de Ouro de Mérito da Câmara Municipal do Porto.
Prof. Rui Mateus
Prof. Rui Mateus
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
As árvores e os livros... sexta-feira, 25 de Fevereiro
O dia da actividade conjunta entre o pré-escolar, duas turmas do 1º ciclo e duas do 2º aproxima-se.
Para além de mais dois poemas sobre as árvores, aqui fica o convite para se juntar a nós, num espaço que
se pretende mais verde. A actividade comecará por volta das 10:30 e pretende juntar a leitura e a plantação de várias árvores.
Venha ter connosco ! Campos de ténis por detrás da escola José Sanches, edifício II.
Prof. Adilton Albano
António Ramos Rosa, “Cada árvore é um ser para ser em nós”
Cada árvore é um ser para ser em nós
Para ver uma árvore não basta vê-la
a árvore é uma lenta reverência
uma presença reminiscente
uma habitação perdida
e encontrada
À sombra de uma árvore
o tempo já não é o tempo
mas a magia de um instante que começa sem fim
a árvore apazigua-nos com a sua atmosfera de folhas
e de sombras interiores
nós habitamos a árvore com a nossa respiração
com a da árvore
com a árvore nós partilhamos o mundo com os deuses
Jorge Sousa Braga, “As árvores e os livros”
As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.
E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.
As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».
É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
As árvores e os livros...
Na próxima sexta-feira, 25 de Fevereiro entre as 10 e as 12:30, alunos do nosso agrupamento irão ler e plantar árvores na zona verde que se situa por detrás da nossa escola.
Aqui ficam alguns dos poemas que nos aquecem a alma e nos ajudam a repensar a importância das árvores e dos livros.
Prof. Adilton Albano
António Gedeão, “Poema das árvores”
As árvores crescem sós. E a
sós florescem.
Começam por ser nada. Pouco a
pouco
se levantam do chão, se alteiam
palmo a palmo.
Crescendo deitam ramos, e os
ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as
folhas multiplicam-se.
Depois, por entre as folhas
vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e
as flores produzem frutos,
e os frutos dão sementes,
e as sementes preparam novas
árvores.
E tudo sempre a sós, a sós
consigo mesmas.
Sem verem, sem ouvirem, sem
falarem.
Sós.
De dia e de noite.
Sempre sós.
Os animais são outra coisa.
Contactam-se, penetram-se,
trespassam-se,
fazem amor e ódio, e vão à
vida
como se nada fosse.
As árvores, não.
Solitárias, as árvores
exauram terra e sol
silenciosamente.
Não pensam, não suspiram, não
se queixam.
Estendem os braços como se
implorassem;
com o vento soltam ais como se
suspirassem;
e gemem, mas a queixa não é
sua.
Sós, sempre sós.
Nas planícies, nos montes, nas
florestas,
A crescer e a florir sem
consciência.
Virtude vegetal viver a sós
E entretanto dar flores.
José Gomes Ferreira
Vivam, apenas
Sejam bons como o sol.
Livres como o vento.
Naturais como as fontes.
Imitem as árvores dos caminhos
que dão flores e frutos
sem complicações.
Mas não queiram convencer os cardos
e transformar os espinhos
em rosas e canções.
E principalmente não pensem na morte.
Não sofram por causa dos cadáveres
que só são belos
quando se desenham na terra em flores.
Vivam, apenas.
A morte é para os mortos!quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Ciclo de cinema mudo "1927"
De 21 de Fevereiro a 21 de Março irá decorrer um ciclo de cinema mudo nas instalações da Escola Secundária. Trata-se de uma louvável iniciativa do Professor Renato Martins, do grupo de Filosofia, que nos propõe o visionamento e a discussão de quatro obras-primas do tempo em que o cinema não tinha som mas já conseguia dizer tudo. É uma oportunidade a não perder... Fica em anexo o programa das projecções. O programa está disponível na disciplina "Biblioteca Escolar" da plataforma Moodle e afixado em vários locais da escola. Não é preciso reservar lugar, trazer óculos 3D ou trazer pipocas. Basta comparecer...
Prof. Rui Mateus
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Resultados do desafio do mês de Janeiro (2º e 3º ciclos)
1. Trata-se da palavra
inglesa “belt”.
2. Essa palavra
inglesa significa “cinto” em português.
3. A ilha que pertence à Grécia é Delos.
4. O santuário era
dedicado ao deus Apolo.
5.
Apolo é também o nome de uma borboleta e de um planeta.
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