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quarta-feira, 6 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
Textos da Semana da Leitura
Estão
disponíveis na secção "Leituras" da disciplina da Biblioteca Escolar os
textos utilizados durante a Semana da Leitura, em formato pdf.
Prof. Rui Mateus
domingo, 3 de abril de 2011
Novas obras na Biblioteca Escolar
No
âmbito do financiamento do projecto de formação de utilizadores por
parte da Fundação Calouste Gulbenkian foram adquiridas e já se encontram
na Biblioteca Escolar as três obras requeridas pelo grupo de Matemática
(todas pertencentes ao catálogo de publicações da Sociedade Portuguesa
de Matemática):
a) Curiosidades numéricas de Joaquim Eurico Nogueira;
b) A Matemática na Antiguidade de José Sebastião e Silva;
c) Construções geométricas de Eduardo Wagner.
Aguarda-se para breve a entrega das obras requeridas pelo Departamento de Línguas, que foram já encomendadas.
Prof. Rui Mateus
sexta-feira, 25 de março de 2011
Poemas alusivos às árvores (5ºB)
Poemas sobre a árvore
A árvore dá-me o papel
Onde eu posso escrever
Livros grandes e pequenos
Onde eu posso aprender.
A árvore liberta oxigénio
Para eu respirar
Uma árvore eu plantei
Para a natureza ajudar.
Vera Vasconcelos, nº17
Árvore robusta
Em tons de amarelo
Pássaros fazem ninhos
Alegram com o seu canto belo.
As árvores são seres vivos
Que nós temos de amar
Elas ajudam-nos a viver
E ar puro respirar
Ana Nunes, nº2
Encontrei uma folha
Uma folha amarela
Era dia de Outono
Ela estava tão bela.
Da árvore nua ela caiu
Uma minhoca por ali passou
Minha folha com gosto trincou
Um pássaro passou e a minhoca devorou.
Bruno Eusébio, nº4
Na Primavera o verde floresce
Na sombra há crianças a brincar
Ao pião, à macaca, à cabra-cega…
Com vozes roucas de gritar.
É tempo de alegria
É tempo de crescer
Na folha que a árvore gerou
Eu leio e aprendo a escrever
Camila Chasqueira, nº5
sexta-feira, 18 de março de 2011
Semana da leitura (21 a 25 de Março de 2011)
Entre 21 e 25 de Março de 2011 comemora-se mais uma Semana da Leitura a nível nacional. O tema escolhido para este ano gira em torno da floresta e da árvore, tendo sido eleito pelas bibliotecas da rede interconcelhia de Castelo Branco o mote "Floresta de leituras". As actividades a realizar a nível do nosso agrupamento estão já afixadas e foram já divulgadas na plataforma Moodle, no blog da BE e no website do agrupamento. No início da semana, o calendário será ainda disponibilizado em outros espaços. Tentou-se que as actividades cubram tanto quanto possível todos os públicos da escola, disponibilizando textos que vão ao encontro de todos os níveis etários. Ficam todos convidados a participar...
Prof. Rui Mateus
Prof. Rui Mateus
quarta-feira, 16 de março de 2011
A Nau Catrineta
No âmbito do trabalho efectuado nas aulas de Língua Portuguesa do 5º ano, foi lançado um desafio aos alunos no sentido de proceder à cópia de uma versão da Nau Catrineta, existente no nosso manual. Um dos alunos que nos enviou o trabalho foi o José Teixeira. Será que deu algum erro ortográfico ou de acentuação em alguma das estrofes ?
Prof. Adilton Albano
Lá vem a Nau Catrineta
Que tem muito muito que contar!
Ouvide agora, senhores,
Uma história de pasmar.
Passava mais de ano e dia
Que iam na volta do mar,
Já não tinham que comer,
Já tinham que manjar.
Deitaram sola de molho
Para o outro dia jantar;
Mas a sola era tão rija,
Que a não puderam tragar.
Deitaram sortes à aventura
Qual se havia de matar;
Logo foi cair a sorte
No capitão-general
-«Sobe,sobe,marujinho,
Áquele mastro real,
Vê se vês terras de Espanha,
As praias de Portugal!»
-«Não vejo terras de Espanha,
Nem praias de Portugal;
Vejo sete espadas nuas
Que estão para te matar.»
-«Acima,acima,gajeiro,
Acima ao tope real!
Olha se enxergas Espanha,
Areias de Portugal!»
-«Alvíssaras,capitão,
Meu capitão-general!
Já vejo terras de Espanha,
Areias de Portugal.
Mais enxergo três meninas,
Debaixo de um laranjal:
Uma sentada a coser,
Outra na roca a fiar, ´
A mais formosa de todas
Está no meio a chorar»
-«Todas três são minhas filhas,
Oh! Quem mas dera abraçar
A mais formosa de todas
Contigo a hei-de casar.»
-«A Vossa filha não quero,
Que vos custou a criar.»
-«Dar-te-ei tanto dinheiro
Que não o possas contar.»
-« Não quero o vosso dinheiro
Pois vos custou a ganhar.»
-« Dou-te o meu cavalo branco,
Que nunca houve outro igual.»
-«Guardai o vosso cavalo,
Que vos custou a ensinar.»
-«Dar-te-ei a nau Catrineta,
Que a não sei navegar.»
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