sexta-feira, 4 de março de 2011

As árvores e os livros... sexta-feira, 25 de Fevereiro


Área de Projecto do 5º B

“Encontrámo-nos com colegas do pré-escolar, do 1º ciclo e plantámos árvores.”
Grupo 1 (Alexandre, Angélica, Jéssica  e Rúben Paiva)

“Ficámos emocionados e encantados com a presença dos meninos do pré-escolar e a canção que estes nos apresentaram.”
Grupo 2 (Ana, Camila, Guilherme e Jessy)

“Gostámos de ver que o nosso convite tivesse sido aceite e o nosso projecto tinha tido tanto sucesso.”
Grupo 3 (Diogo Barata, Marília, Mike e Vera )

“Ficámos  muito  contentes por temos contribuído, com a ajuda de outros colegas do pré-escolar, do 1º e do 2º ciclo, para o embelezamento de uma espaço público.”
Grupo 4 (Bruno, Diogo Nunes, Joana e Rúben Faustino)

Profs. Elsa Roque e Adilton Albano

quinta-feira, 3 de março de 2011

Desafio do mês de Março de 2011

No ano de 1982, o autor deste mês esteve a trabalhar em
teatro numa importante cidade europeia. Um dos mais
importantes monumentos dessa cidade é uma “porta” que
tem em cima uma escultura de que fazem parte quatro
animais. Trata-se de um animal usado em vários desportos.
Um desses desportos é disputado em jogos que se dividem
em várias partes chamadas chukkas. O taco usado pelos
jogadores nesse desporto é feito de uma matéria-prima
natural que é a principal fonte de alimento de um mamífero
que, em estado selvagem, vive apenas na China.

1. A que monumento se refere o texto?
2. Que animal está representado nesse monumento?
3. Que desporto é composto por partes denominadas chukkas?
4. De que material é feito o taco usado nesse desporto?
5. A que mamífero se refere a parte final do texto?

Prof. Rui Mateus

quarta-feira, 2 de março de 2011

Concurso Traduzir 2011


Numa iniciativa da Faculdade de Ciências
Sociais e Humanas, vai ter lugar o Prémio
“Traduzir 2011”, aberto a alunos dos 11.º e 12.º
anos. Os alunos interessados em participar
deverão dirigir-se à Biblioteca Escolar para
obterem informações concretas sobre a
actividade e se inscreverem. As inscrições estão
abertas até ao próximo dia 4 de Março e a
prova de tradução realizar-se-á no dia 1 de
Abril. Os prémios são aliciantes e incluem
cursos de línguas da International House e da
Oxford School, para além de bolsas de
formação em língua estrangeira.
As línguas em concurso são o Alemão, o
Espanhol, o Francês e o Inglês.
Participa!

Prof. Rui Mateus


terça-feira, 1 de março de 2011

Autor do mês - Março de 2011 (Manuel António Pina)

Manuel António Pina é poeta, autor de livros infantis e tradutor. Estudou Direito na Universidade de Coimbra. Entre 1971 e 2001 trabalhou no Jornal de Notícias (Porto) como jornalista, editor e chefe de redacção. Colaborou ainda noutros órgãos de comunicação, entre imprensa escrita, rádio e televisão (República, Diário de Lisboa, O Jornal, Expresso, Jornal de Letras, Marie Claire, Visão, Rádio Porto, RTP, Península, etc.). Foi também professor da Escola Superior de Jornalismo do Porto e membro do Conselho de Imprensa. A obra de Manuel António Pina consegue uma forte unidade, usando, tanto na poesia como na literatura para a infância «um discurso de invulgar criatividade e de constante desafio à inteligência do leitor», qualquer que seja a sua idade. Como poeta, a sua obra revela um cariz simultaneamente sentido e reflexivo, de tom irónico e pendor filosófico. A sua obra para crianças tem um lugar à parte no panorama nacional, visto que, á maneira de Lewis Carroll, usa jogos de palavras e brincadeiras surpreendentes com a linguagem. Grande parte da sua obra para a infância está representada em manuais escolares e publicada em antologias em Portugal e Espanha. Tem ainda uma relação estreita com o teatro, tendo sido, em 1982, bolseiro do Centro Internacional de Teatro de Berlim. Já foram feitas mais de duas dezenas de produções teatrais baseadas em textos seus, por várias companhias teatrais do país, tal como vários programas de ficção e entretenimento para a televisão, entre os quais uma série infantil de doze episódios («Histórias com Pés e Cabeça», 1979/80). Também ao cinema a sua obra foi adaptada. Integrou as representações oficiais da literatura portuguesa na Feira do Livro de Frankfurt (1997), no Salão do Livro de Paris (2000) e no Salão do Livro de Genève (2001). Em 1997 foi poeta residente convidado da cidade de Villeneuve-sur-Lot (França) e, em 2001, foi agraciado com a Medalha de Ouro de Mérito da Câmara Municipal do Porto.

Prof. Rui Mateus

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

As árvores e os livros... sexta-feira, 25 de Fevereiro


O dia da actividade conjunta entre o pré-escolar, duas turmas do 1º ciclo e duas do 2º aproxima-se.
Para além de mais dois poemas sobre as árvores, aqui fica o convite para se juntar a nós, num espaço que
se pretende mais verde. A actividade comecará por volta das 10:30 e pretende juntar a leitura e a plantação de várias árvores.
Venha ter connosco ! Campos de ténis por detrás da escola José Sanches, edifício II.

Prof. Adilton Albano



António Ramos Rosa, “Cada árvore é um ser para ser em nós”

Cada árvore é um ser para ser em nós
Para ver uma árvore não basta vê-la
a árvore é uma lenta reverência
uma presença reminiscente
uma habitação perdida
e encontrada
À sombra de uma árvore
o tempo já não é o tempo
mas a magia de um instante que começa sem fim
a árvore apazigua-nos com a sua atmosfera de folhas
e de sombras interiores
nós habitamos a árvore com a nossa respiração
com a da árvore
com a árvore nós partilhamos o mundo com os deuses



Jorge Sousa Braga, “As árvores e os livros”

As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.

E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.

As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».

É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

As árvores e os livros...


Na próxima sexta-feira, 25 de Fevereiro entre as 10 e as 12:30, alunos do nosso agrupamento irão ler e plantar árvores na zona verde que se situa por detrás da nossa escola.
Aqui ficam alguns dos poemas que nos aquecem a alma e nos ajudam a repensar a importância das árvores e dos livros.

 Prof. Adilton Albano





António Gedeão, “Poema das árvores”

As árvores crescem sós. E a sós florescem.
Começam por ser nada. Pouco a pouco
se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo.
Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.
Depois, por entre as folhas vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,
e os frutos dão sementes,
e as sementes preparam novas árvores.
E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.
Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.
Sós.
De dia e de noite.
Sempre sós.
Os animais são outra coisa.
Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,
fazem amor e ódio, e vão à vida
como se nada fosse.
As árvores, não.
Solitárias, as árvores
exauram terra e sol silenciosamente.
Não pensam, não suspiram, não se queixam.
Estendem os braços como se implorassem;
com o vento soltam ais como se suspirassem;
e gemem, mas a queixa não é sua.
Sós, sempre sós.
Nas planícies, nos montes, nas florestas,
A crescer e a florir sem consciência.
Virtude vegetal viver a sós
E entretanto dar flores.


 José Gomes Ferreira





Vivam, apenas
Sejam bons como o sol.
Livres como o vento.
Naturais como as fontes.

Imitem as árvores dos caminhos
que dão flores e frutos
sem complicações.

Mas não queiram convencer os cardos
e transformar os espinhos
em rosas e canções.

E principalmente não pensem na morte.
Não sofram por causa dos cadáveres
que só são belos
quando se desenham na terra em flores.

Vivam, apenas.
A morte é para os mortos!







 








quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Ciclo de cinema mudo "1927"

De 21 de Fevereiro a 21 de Março irá decorrer um ciclo de cinema mudo nas instalações da Escola Secundária. Trata-se de uma louvável iniciativa do Professor Renato Martins, do grupo de Filosofia, que nos propõe o visionamento e a discussão de quatro obras-primas do tempo em que o cinema não tinha som mas já conseguia dizer tudo. É uma oportunidade a não perder... Fica em anexo o programa das projecções. O programa está disponível na disciplina "Biblioteca Escolar" da plataforma Moodle e afixado em vários locais da escola. Não é preciso reservar lugar, trazer óculos 3D ou trazer pipocas. Basta comparecer...
Prof. Rui Mateus